Saúde e Alimentação

Insuficiência renal crônica: o que você precisa saber

Infelizmente, 4 entre 10 gatos acima de 8 anos de idade sofrerão com ela, mas uma dica importante pode ajudar na prevenção

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Bem mais comum do que muitos donos imaginam, a doença renal crônica é um fantasma sempre à espreita. De acordo com estudo publicado pelo Journal of Feline Medicine and Surgery, o problema é a principal causa de morte entre gatos com cinco anos ou mais. Sua gravidade se dá porque os rins são como filtros do organismo, responsáveis pela eliminação de substâncias tóxicas por meio da urina e também por outros processos essenciais, como a regulação da pressão arterial e a produção de hormônios.

Existem algumas causas para o problema, sendo uma delas o declínio natural do funcionamento dos rins graças à idade avançada. Inflamações do órgão, hipertensão arterial, infecções e o hábito de ingerir pouca água também são fatores desencadeadores da doença renal crônica. A maior parte dos gatos não é fã de beber água e acaba consumindo uma quantidade abaixo da necessária, que seria de pelo menos 50 ml de água por quilo.

O hábito de ingerir pouco líquido somado a uma alimentação prioritariamente seca é uma das causas das complicações renais. “Hoje sabemos o quanto a alimentação úmida para gatos é importante, já que com isso eles bebem água indiretamente, fazendo com que se mantenham hidratados e seus rins funcionem perfeitamente”, destaca a veterinária Renata Bordini, especializada em gatos.

Ainda segundo Renata, os primeiros sintomas da doença são: perda de peso, pelagem seca e sem brilho, alto consumo de água, aumento na quantidade de xixi, vômitos e apatia. Com o agravamento do quadro, os animais param de comer e os vômitos ficam cada vez mais frequentes, levando a uma severa desidratação.

Infelizmente a doença renal crônica não tem cura, porém é muito importante identificar o problema o quanto antes para começar o tratamento adequado e desacelerar a deterioração dos rins. O uso de medicamentos, o controle alimentar e a boa hidratação passam a ser essenciais. “Apesar de não haver cura, o objetivo é dar qualidade de vida para esses pacientes, que muitas vezes conseguem ficar estabilizados por longos períodos”, conclui a veterinária.

Renata Bordini é veterinária pós-graduada em clínica médica de pequenos animais e medicina felina ([email protected]). Atua na zona sul de SP - (11) 5521-1818.

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